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domingo, 29 de agosto de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
quem me vê, vê nem bagaço do que viu quem me enfrentou
OVelho Francisco
Já gozei de boa vida
Tinha até meu bangalô
Cobertor, comida
Roupa lavada
Vida veio e me levou
Fui eu mesmo alforriado
Pela mão do Imperador
Tive terra, arado
Cavalo e brida
Vida veio e me levou
Hoje é dia de visita
Vem aí meu grande amor
Ela vem toda de brinco
Vem todo domingo
Tem cheiro de flor
Quem me vê, vê nem bagaço
Do que viu quem me enfrentou
Campeão do mundo
Em queda de braço
Vida veio e me levou
Li jornal, bula e prefácio
Que aprendi sem professor
Freqüentei palácio
Sem fazer feio
Vida veio e me levou
Hoje é dia de visita
Vem aí meu grande amor
Ela vem toda de brinco
Vem todo domingo
Tem cheiro de flor
Eu gerei dezoito filhas
Me tornei navegador
Vice-rei das ilhas
Da Caraíba
Vida veio e me levou
Fechei negócio da China
Desbravei o interior
Possuí mina
De prata, jazida
Vida veio e me levou
Hoje é dia de visita
Vem aí meu grande amor
Hoje não deram almoço, né
Acho que o moço até
Nem me lavou
Acho que fui deputado
Acho que tudo acabou
Quase que
Já não me lembro de nada
Vida veio e me levou
Chico Buarque
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Tio Lu
Bem distante,
No horizonte,
Quando amanhecer,
A correr eu vou sair.
De violão e corpo ao vento,
Após a garoa da noite
Ansioso pra ver
Um despontar deslumbrante
De cores diversas no céu
Decorando a paisagem do dia,
Aos poetas trazendo poesia.
Pois renasce o arco-íris,
Promessa pintada por Deus.
Um acorde,
Uma frase,
Acorda uma canção
Simples, qualquer coisa assim.
Como brisa em primavera
Ou sol no verão
Poema de amor dentro em mim.
Pois é preciso cantar
Que existe um motivo maior
Pra viver, pra sorrir,
Pra lutar,
Que devolve a esperança no olhar.
É Jesus, o arco-íris de Deus
Pra esse mundo salvar.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Minha música
Resplandeceu o luar sobre a imensidão.
Luz que flutua nas ondas serenas, correntes que estão a fluir.
Mar, céu, luar, refletindo a grandeza daquele que nos criou,
Tudo foi feito por Ele.
Mar, Marina. Sal que anima,
realça o sabor da vida e do amor.
Luz, Luciana, reluz viva chama,
realça a cor da via e do amor.
Vem dissipar, rara luz, toda a escuridão.
calor que irradia a alegria sentindo toda direção.
Pra conservar, sal que torna a virtude pungente
nos corações, preserva de Deus a semente.
por Luciano Garruti
http://www.youtube.com/watch?v=x292zfeMLkE&feature=channel_page
Luz que flutua nas ondas serenas, correntes que estão a fluir.
Mar, céu, luar, refletindo a grandeza daquele que nos criou,
Tudo foi feito por Ele.
Mar, Marina. Sal que anima,
realça o sabor da vida e do amor.
Luz, Luciana, reluz viva chama,
realça a cor da via e do amor.
Vem dissipar, rara luz, toda a escuridão.
calor que irradia a alegria sentindo toda direção.
Pra conservar, sal que torna a virtude pungente
nos corações, preserva de Deus a semente.
por Luciano Garruti
http://www.youtube.com/watch?v=x292zfeMLkE&feature=channel_page
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Mas é do Chico!
Tradução (Marina Garruti):
Ah, tu verás, tu verás,
tudo recomeçará, tu verás, tu verás,
o amor é feito para isso, tu verás, tu verás,
Não bancarei mais o tolo, aprendi a minha lição,
sobre a extremidade dos teus dedos, tu verás, tu verás,
você a terá, tua casa com telhas azuis,
das encruzilhadas de hortensias, as palmas cheias de céus,
dos invernos crepitantes, perto do gato angora,
e adormecerei, tu verás, tu verás
o dever realizado, deitado contra você,
Com meus sótões, as minhas adegas e os meus tetos,
todos os sonhos do mundo.
Ah, tu verás, tu verás,
Tudo recomeçarás, tu verás, tu verás,
a vida é feita para isso, tu verás, tu verás,
Tu verás a minha caneta emplumada de sol,
nevar sobre o papel o arcanjo dos sonhos,
Eu me despertarei, tu verás, tu verás,
todo raiado de sol, ah, o belo escravo!
E irei acordar a felicidade nos seus panos,
Eu vou furar o seu sono, tu verás, tu verás,
Eu vou furar o colchão, tu verás, tu verás,
inventando-te o amor no coração dos meus braços,
até à manhã do mundo
Ah, tu verás, tu verás,
tudo recomeçará, tu verás, tu verás,
o diabo foi feito para isso, tu verás, tu verás,
Eu vou bancar o canalha, tu verás, tu verás,
Eu beberei como um buraco, e o que viver morrerá,
Tu me recolherás nos teus olhos orvalho,
e eu te insultarei em vidro quebrado,
Eu serei loucamente furioso, tu verás, tu verás,
contra você, contra todos, e sobretudo contra mim,
a porta do meu coração bramirá, saltará,
pois o pó e o raio, é feito para que os ratos
invadam o mundo.
Ah, tu verás, tu verás,
todo recomeçarás, tu verás, tu verás,
Mozart foi feito para isso, tu verás, entenderás,
tu verás a nossa criança, brilhando de suor,
adormecer-se gentilmente à sombra das suas irmãs,
e retornar para nós cintilando de vigor,
verás o meu amigo nos ossos dos meus braços,
dividindo a plena felicidade de senti-se ajudado
Tu me verás, querida, acender as luzes
e verás todos os que nos creem falecidos
retomar respiração e vida na carne da minha voz
até o fim dos mundos.
domingo, 17 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
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